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11/11/2008 - Degustação de Vinhos Portugueses da Importadora Mistral Sensacional a desgustação dos vinhos portugueses importados pela mistral, no dia 29 de outubro. A ABS, em 2005, esteve no Campolargo, onde tivemos um supimpa almoço com o Carlos e sua esposa na Casa de Mogofores. Com uma vinícola moderna é um produtor ousado e competente da Bairrada. Seus vinhos são sempre um grande sucesso. Lá tivemos oportunidade de degustar o Calda Bordalesa, mas o Diga? não me lembro. Consultei os alfarrabios e nada. Mas te digo, que o Diga? é fantástico, tanto que este 2004 provado, recebeu o prêmio de Excelência da Revista de Vinhos de Portugal, concedido apenas aos melhores vinhos do ano! Outro velho conhecido é o Quinta do Perdigão Reserva, que na mesma visita da ABS provamos em Póvoa Dão, uma secular aldeia do Dão, perto de Viseu, com um bacalhau a Lagareira, nadando em azeite e ao final, a enóloga Helena Lapastina, nos ensinou também a harmonizá-lo com chocolates belgas Godiva. Foi pantagruélico. Os outros vinhos degustados também são de altíssima qualidade. Seus produtores Quinta do Cotto no Douro e Quinta do Monte d’Ouro, até Alenquer são consagrados. O Lybra 2004, um cote de Syrah com 10% de Tinta Roriz é de grande complexidade e concentração, rivalizando com os melhores vinhos do norte do Rhonê. Da Quinta do Cotto tivemos o Paço do Teixeiro 2006, um inusitado corte de Avesso, Loureiro, Pedernã e Trajadura, castas tradicionais dos Vinhos Verdes e o Paço do Teixeiró 2005 Rosado, de Tinta Roriz, Touringa Nacional e Touringa Franca, estas castas tradicionais do Douro , muito fresco, elegante e charmoso. Muito agradável. Para o final foi servido o Altano 2005 excelente e que apresenta uma excelente relação de qualidade e preço. Quem não foi, perdeu uma degustação fantástica e muito bem conduzida pelo João Batista, a quem a ABS agradece. Os vinhos
1. Paço do Teixeiró branco 2006 (Avesso/Loureiro/Pedernã/Trajadura) - Quinta do Cotto - Douro Bela descoberta, este excelente branco é elaborado pela reputada Quinta do Côtto, na divisa entre as regiões do Douro e do Vinho Verde. Aromático e complexo, apresenta excepcional relação qualidade/preço, sendo capaz de envelhecer bem em garrafa. Preço: US$ 19,90 / R$ 41,59 2. Paço do Teixeiró rosado 2005 (Tinta Roriz/Touriga Nacional/Touriga Franca) - Quinta do Cotto - Douro Este delicioso rosado causou muita polêmica em Portugal, por utilizar tampa "screwcap" no país da cortiça. Cheio de charme, é um rosé de bastante elegância e frescor, com um agradável final de boca e aroma de frutos silvestres. Preço: US$ 18,90 / R$ 39,50 3. Lybra 2004 - Quinta do monte d'Oiro (90% Syrah/10% Tinta Roriz) - Alenquer Nova criação da cultuada Quinta do Monte d'Oiro, Lybra é um belíssimo Syrah de grande complexidade e concentração, rivalizando os melhores vinhos produzidos no norte do Rhône. Um verdadeiro achado! Preço: US$ 43,50 / R$ 90,92 4. Diga? Petit Verdot 2004 - Carlos Campolargo - Bairrada Diga? é o cultuado tinto de Campolargo (produtor do ano em Portugal), produzido com Petit Verdot e uma pequena parcela de outras castas. Logo na primeira safra já foi considerado um dos grandes vinhos do país e a mínuscula produção, de menos de 1.000 garrafas, esgotou-se rapidamente. Este 2004 recebeu o cobiçado “Prêmio de Excelência” da Revista de Vinhos, concedido apenas aos melhores vinhos do ano! Preço: US$ 99,50 / R$ 207,96 5. Quinta do Perdigão Reserva (Touriga Nacional/Tinta Roriz/Jaen/Alfrocheiro preto) - Q. do Perdigão - Dão Notável vinícola-boutique do Dão, a Quinta do Perdigão produz vinhos muito disputados em Portugal. Este ótimo Reserva é um delicioso corte de 50% Touriga Nacional, 20% Tinta Roriz, 20% Jaen e 10% Afrocheiro. Possui ótimo corpo e um delicioso aroma frutado combinado com o toque floral da Touriga Nacional. Preço: US$ 79,90 / R$ 166,99 6. Calda Bordalesa 2003 (Merlot/Cabernet Sauvignon/Petit Verdot) - Carlos Campolargo - Bairrada Produzido nos moldes dos grandes vinhos de Bordeaux, mostra grande classe e potência, tendo sido eleito o “Melhor Vinho da Bairrada” pela Revista de Vinhos, que também elegeu Campolargo como o “Produtor do Ano” em 2006. Trata-se de um tinto de minúscula produção e grande estirpe, combinando concentração, complexidade e elegância com bastante densidade de fruta. Preço: US$ 75,00 / R$ 156,75 7. Altano 2005 (Tinta Roriz/Touriga Francesa ) - Symington – Douro Preço: US$ 20,90 / R$ 43,68
30/09/2008 - Casa Marin: projeto mais radical do Chile revela-se em vinhos excepcionais Vinícola é representada no Brasil com exclusividade pela Vinea A enóloga chilena Maria Luz Marin volta ao Brasil para apresentar seus vinhos ao mercado de Brasília no dia 25 de setembro de 2008(almoço no Lake’s e apresentação à noite no Mercado Municipal) e para encontros com a critica especializada do Rio e de São Paulo. Fundadora e proprietária da bodega butique Casa Marin – cujos vinhos estão entre os melhores do Chile e são importados desde 2006 com exclusividade pela Vinea. Maria Luz Marin foi à primeira mulher a trabalhar na produção de vinhos do Chile. Seu projeto visionário Maria Luz foi eleita a “business woman of the year” em 1998. Em 2004, entrou para a seleta lista inglesa “The Business Woman of the Drinks Industry”. Arrojada, inteligente e exemplo de sucesso, Maria Luz Marin é um expoente contemporâneo da nova vitivinicultura chilena e da postura moderna de um país que elegeu uma mulher para o cargo de presidente. Maria Luz se fez sozinha, apostou no terroir de San Antonio na parte mais próxima do Oceano Pacífico – contraria a todos os conselhos dos grandes especialistas daquele país. Anos depois de investir na região e ter derrubado eucaliptos para plantar 3 vezes mais em vinhas, Maria Luz Marin figura entre as grandes personalidades chilenas do vinho. Alguns de seus exemplares, em especial os especificamente desta região tão polêmica, figuram entre os melhores de todo o Chile, sendo destaques nos guias referência daquele país e aclamamos pela critica internacional. “O projeto de Mariluz Marin A Casa Marin está localizada no Valle de San Antonio, na pequena cidade de Lo Abarca, a apenas O vinho Casa Marin Cipreses Sauvignon Blanc 2004 recebeu 94 pontos na Wine & Spirits e foi eleito o melhor Sauvignon Blanc do Chile e o Melhor Vinho Branco Do Chile pelo Guia Descorchados, de Patrício Tapia. O Casa Marin Laurel Sauvignon Blanc 2004 recebeu 90 pontos no Descorchados. Na Wine Advocate, do grande crítico Robert Paker, os vinhos Casa Marin Cipreses Sauvignon Blanc 2006 e Casa Marin Pinot Noir Lo Abarca 2004 receberam 92 pontos. O Casa Marin Pinot Noir Litoral 2004, 90 e Casa Marin Gewurztraminer 2005, 89 pontos. Os tintos de Pinot Noir também se destacam: o Casa Marin Pinot Noir Lo Abarca 2003 recebeu 90 pontos no Guia de Vinhos do Chile e no Descorchados e o Casa Marin Pinot Noir Lo Abarca 2004 foi considerado o Melhor Pinot Noir do Mundo no concurso mundial de Pinots na Suíça. Casa Marin Litoral Pinot Noir 2003 levou 88 pontos na Wine Spectator e no Guia Descorchados.
30/09/2008 - Salton em evidência Na belíssima noite da 5ª edição do Concurso Nacional de Vinhos Finos, organizado pelo Concurso Mundial de Bruxelas e realizado no dia 11 de agosto, em Bento Gonçalves o destaque ficou para a vinícola Salton recebendo a Grande Medalha de Ouro, maior distinção do concurso com o espetacular Salton Talento 2004. Conquistando um total de nove medalhas, a Salton comemora o fato de ser a vinícola mais premiada do concurso.
30/09/2008 - Medalha de prata para Salton Volpi Pinot Noir Medalha de prata no Concurso Mundial do Pinot Noir, realizado na Suíça entre 22 e 24 de agosto o Salton Volpi Pinot Noir impressionou os especialistas pelo sabor agradável, prolongado e harmônico. Escolhido entre um total de 1.072 amostras de Pinot Noir, originárias de 22 países. Essa medalha trás a certeza de um vinho que já agrada os consumidores brasileiros e mostra ao mundo nossa capacidade em elaborar excelentes vinhos. Mostra-nos, também, que não há a mínima necessidade em pagarmos preços altíssimos em produtos importados, quando aqui temos qualidade reconhecidamente medalhada na Europa.
04/09/2008 - Degustação Vinhos do Porto Fiz um Arroz de Pato à moda antiga que julgo agradou aos presentes. Esta era a surpresa que reservei para a fantástica degustação de vinhos Alentejanos realizada na terça-feira dia 02 de setembro. Os vinhos eu tenho certeza que agradaram, dado o entusiasmo dos participantes. Não foi pelo arroz, tenho convicção. O melhor vinho da noite, eleito por unanimidade foi o Avó Sabica 2004. Fantástico, com um vermelho quase púrpura, brilhante. Ao nariz notas de ameixa, cacau, especiarias e um leve e agradável balsâmico. Na boca encorpado, guloso e cremoso. Mastigávamos o vinho. Seu final é um vinho austero com taninos poderosos e que promete longa guarda. Deixei 4 horas no decanter. Os demais somente duas horas. Outro bem cotado foi o Marquês de Borba Reserva 2003, cujo enólogo é o visionário João Portugal Ramos, um craque. Corte de Trincadeira, Aragonez, Alicante Bouschet e Cabernet Sauvignon. Muito harmônico e equilibrado. Aromas de cereja, ameixa, algo compota, especiarias e tostados. É um nobre. Os demais vinhos também tiveram excelente avaliação. O Cinqüentenário Adega de Borba 2003, um corte de Cabernet Sauvignon, Alicante Bouschet e Syrah. Apesar de um vinho elaborado por uma cooperativa estava redondo, perfeito. A decantação favoreceu o despertar de seus aromas. Aposto em grande longevidade. Além desses vinhos, degustamos mais três e um para o final, totalizando sete vinhos. Os vinhos: (na ordem da degustação) 1º - Altas Quintas Colheita 2004 – 14º GL – Decanter 2º – Herdade dos Grous Reserva 2004 – 14º GL - WG Comercial 3º – Cinqüentenário Adega Cooperativa de Borba 2003 - 14º GL. - Adega Alentejana. 4º - Esporão Private Selection Garrafeira 2003 – 14,5º GL – Qualimpor 5º - Marquês de Borba Reserva 2003 – 14,5º GL - Casa Flora 6º - Avó Sabica 2004 - 15º GL – Adega Alentejana Para o final com o Arroz de Pato degustamos um Calantica da Monte da Ravasqueira 2005 com 13,5º GL e importado pela Vinci. Espero comentários sobre o Arroz de Pato à moda antiga para saber se continuo ou encerro minha curta carreira de cozinheiro. A prova foi bastante concorrida, presente mais de 50 pessoas, inclusive o importador Paulo Roberto Meyer e o proprietário e enólogo da Bodega Família Cassoni, Martin Cassoni. A comida nas mãos talentosas do Francisco foi excelente. De entrada uma salada de camarão com maionese de legumes, acompanhada com Casas Del Bosque Sauvignon Blanc 2007, o prato principal uma costela com batatas coradas, que parecia manteiga, harmonizada com o Obra Prima Malbec 2004. O destaque do grupo fica por conta do Obra Prima Malbec e como gosto muito da casta Cabernet Franc, o vinho Marchigue Cabernet Franc. O espumante servido na entrada, recepcionando os convivas apesar de elaborado pelo método Charmat é muito agradável e fino. Os vinhos degustados. Espumante Obra Prima Brut - R$ 31,49 Todos os vinhos são encontrados na Super Adega. 29/08/2008 – Degustação Alentejo e Porto Dias 2 e 11 de setembro vou conduzir duas degustações “PREMIUM” na ABS-Brasília. O primeiro dia 02/09 será de vinhos Alentejanos e estou preparando uma grande surpresa para o final, que julgo será do agrado de todos. Vou substituir a tradicional tábua de queijos e frios, por uma iguaria que eu mesmo irei preparar e que harmoniza à perfeição com o vinho Alentejano. Os vinhos são, como dizem os portugueses, de "Gama Alta”. O Vó Sabica é uma raridade. O Herdade dos Grous é super premiado, como também seu enólogo Luis Duarte. Esporão dispensa comentários. Altas Quintas um novo empreendimento tocado pelo Paulo Laureano, e Marquês de Borba e Cinqüentenário Adega Coop de Borba são top’s. A segunda, dia 11/09 irei apresentar os três estilos principais de vinho do Porto, com base na cor e características de cada vinho: Branco, Ruby e Tawny. O Burmester Tordiz é um Tawny 40 anos, idade final dos Portos, que é um vinho maravilhosamente concentrado e complexo. São intensos, quase que explodindo na boca, enchendo o paladar de aromáticos sabores. É uma preciosidade. Para acompanhar teremos mouse de chocolate, queijo da Serra da Estrela, queijo gorgonzola, chocolate em barra e doces portugueses (Don Rodrigo e pastéis de Belém) e uma torta de nozes. É uma degustação inédita em Brasília de vinhos do Porto. Espero vocês todos lá!
27/08/2008 - Salton 98 anos de sucesso
Em 25 de agosto de 2008, a Vinícola Salton comemorou 98 anos de existência. Ao Angelo Salton e a toda a sua equipe os parabéns da ABS-Brasilia para esta que é uma das maiores empresas brasileiras do setor. Com vinhos de excepcional qualidade a Salton vem conquistando cada vez mais prêmios e adeptos no mercado. Oportunidade de rever velhos e novos amigos e nos deliciarmos com a tradicional mesa de queijos e frios, mais as saladas de um dos mais renomados Buffets de Brasília a Sweet Cake, que estavam deliciosas. Tivemos também um belo patê artesanal (Adelaide – 3367-2613), pães e para encerrar um bolo Floresta Negra harmonizado com um espumante Moscatel da Aurora, com direito as velinhas de praxe. Os vinhos foram um capítulo a parte. Degustamos 13 rótulos e prestamos uma homenagem ao vinho brasileiro. Eis os vinhos: 1. Aurora Moscatel Sorteamos 14 garrafas de vinhos e lançamos oficialmente a campanha para a implantação de nossa sala de degustações, uma velha aspiração da diretoria e de todos associados da ABS-Brasilia, com o slogan: 2008 – Vamos juntos construir a nossa sede! Estamos com dois endereços em vista, Venâncio 2000 e Shopping do Cine São Francisco, onde pretendemos reunir além de auditório para 60 pessoas, secretaria, almoxarifado e sala de degustação. Queremos também criar nossa biblioteca cuja “pedra fundamental” foi lançada há três anos pela nossa sócia Idalina Cavalcanti. Outra boa noticia é que nossa viagem para Portugal está na ponta da agulha para sair e estamos planejando de 11 a 15 de outubro uma visita a Serra Gaúcha e no carnaval 2009 uma viagem ao Chile. Portanto, parabéns à ABS – Brasília safra 2001. Deu na Wine Enthusiast de junho de 2008, páginas A revista classifica como ricos, gratificantes e baratos os vinhos que estão emergindo das paisagens estéreis de Castilla y León, Rueda e Cigales. Em maio / 2008 tive a oportunidade de visitar as 3 regiões mais Toro e Ribera Del Duero. O grande destaque é dado a Bodegas e Viñedos Dos Victorias, considerada por Robert Parker a Bodega revelação da Espanha em 2006. É uma sociedade fundada por duas mulheres, Victoria Pariente e Victoria Benavides, que já é um sucesso no mundo vinícola. A baixa produção de seus vinhedos permite que sejam elaborados vinhos de alta qualidade, estruturados e potentes. Entre outros cita o Elias Mora Roble 2005 (RP= 90 pontos)* e Elias Mora Crianza 2004 (RP= 92 pontos)*. Na mesma degustação foi apresentado o José Pariente 2006, branco, da uva Verdejo, da Denominação de Origem Rueda. (RP= 90 pontos)* Na nossa última confraternização, em maio/08, servimos, os premiados José Pariente 2006, de Verdejo e o Corral de Campanas (GP= 92 pontos)*. Ambos fizeram grande sucesso. Os vinhos mencionados são importados pela Del Maipo Tel: 3234-99-73 e encontram-se nas melhores lojas de Brasília. *OBS: RP = Robert Parker famoso critico americano de vinhos. GP = Guia Penin, o mais respeitado critico de vinhos da Espanha. 20/08/2008 - Angheben, arte brasileira Recebemos o Eduardo Angheben, no dia 6 de junho. A degustação, seguida de um belo jantar foi no Francisco do ASBAC. Casa cheia. Menu – salada de feijão andu com queijo coalho, paleta de cordeiro assada por 8 horas e para encerrar um mousse de chocolate. Excelente a comida. A paleta desmanchava na boca. A degustação foi uma grata surpresa para a maioria. Seus vinhos são únicos, de castas européias menos famosas, como Teroldego, Barbera (italianas) e Touriga nacional (portuguesa) e fogem da atual tendência de copiarmos argentinos e chilenos. Seus vinhedos estão localizados fora da Serra Gaúcha, em Encruzilhada do Sul, na Serra do Sudoeste. Ao todo provamos 5 vinhos e no meu caso foi interessante voltar a degustar o Touriga Nacional 2004, que naquele ano, na Avaliação da Safra Nacional me coube comentar. O vinho evoluiu muito bem, confirmando o que naquela ocasião falei. Pode ser bebido já ou ser guardado ainda por alguns anos. Outra boa surpresa foi o espumante Brut, elaborado pelo método Champenoise que é de excelente qualidade. É produzido também fora da Serra Gaúcha. Os vinhos podem ser comprados na Vinci Telefone: 3248-73-11. Vale a pena experimentar. São ótimos para harmonizar com comida. 1. Espumante Brut Angheben Com visual límpido, coloração levemente salmão, apresenta um perlage rico, fino e persistente. Os aromas revelam-se intensos com grande complexidade de frutas maduras e de especiarias. O paladar mostra personalidade apresentando grande volume, cremosidade, acidez bastante equilibrada e persistência. Preço: R$ 46,25 2. Angheben Cabernet Sauvignon 2004 Um Cabernet Sauvignon diferente e elegante, em estilo cheio de tipicidade, do artista Angheben. Um vinho de pequena produção, com taninos macios, perfeito para ser apreciado com comida. Preço: R$ 22,50 3. Angheben Barbera 2007 Coloração violácea bastante intensa. Aromas complexos revelando frutas maduras, compota, baunilha e chocolate. O sabor revela uma acidez muito baixa, taninos macios e adocicados, mostrando-se fácil de beber. Com grande intensidade aromática, equilibrado e muito envolvente. É um vinho que já está pronto para ser consumido, mas pode ser guardado por mais um tempo. Preço: R$ 33,75 4. Angheben Touriga Nacional 2004 Coloração violácea bastante intensa. Aromas complexos revelando flores, frutas vermelha, cacau e café. Ao paladar apresenta acidez baixa e muito agradável, taninos potentes e adocicados com grande volume e persistência. Bastante harmônico e marcante. Este é um vinho que tanto pode ser consumido agora quanto pode ser armazenado. Preço: R$ 36,25 5. Angheben Teroldego 2005 Coloração violácea bastante intensa. Aromas complexos revelando frutas como ameixa, além de apresentar um nítido aroma de chocolate e baunilha. O sabor surpreende pelo grande volume, acidez baixa muito agradável, taninos macios e adocicados. Preço: R$ 59,90
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